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10 de ago. de 2014
1 de jul. de 2013
Os 7 pecados capitais do deputado Marco Feliciano
02/07/13
Herivelton Marculino
Por Ciro Sanches Zibordi
Herivelton Marculino
Por Ciro Sanches Zibordi
Muitas pessoas me perguntam por que o deputado Marco Feliciano é tão odiado pela grande mídia. Creio que há várias razões para isso, mas, para ser sucinto e objetivo, citarei apenas sete pecados capitais que esse parlamentar cometeu.
1. Feliciano foi eleito com "apenas" 212 mil votos, quase duzentos mil a mais que seu maior opositor — não me pergunte o nome dele.
2. Ele é evangélico; não é gay; não é simpatizante do movimento LGBT; e, para piorar, é defensor do modelo tradicional de família — essas características o transformam em um fundamentalista religioso, segundo a grande mídia.
3. Nunca participou do Big Brother Brasil.
4. Declarou-se contrário às propostas defendidas por um certo deputado BBBrasileiro com nome de carro antigo — não me pergunte o nome dele.
5. Aceitou ser indicado e eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados — Feliciano foi nomeado sabendo que não tinha os requisitos fundamentais para ocupar esse cargo: apoiar, sem nenhuma restrição, o aborto e qualquer proposta favorável ao ativismo gay.
6. Conseguiu cometer um crime "gravíssimo" — que não existe no Brasil —, o de emitir opinião.
7. Foi um dos mais de quatrocentos deputados que votaram contra a PEC 37.
1. Feliciano foi eleito com "apenas" 212 mil votos, quase duzentos mil a mais que seu maior opositor — não me pergunte o nome dele.
2. Ele é evangélico; não é gay; não é simpatizante do movimento LGBT; e, para piorar, é defensor do modelo tradicional de família — essas características o transformam em um fundamentalista religioso, segundo a grande mídia.
3. Nunca participou do Big Brother Brasil.
4. Declarou-se contrário às propostas defendidas por um certo deputado BBBrasileiro com nome de carro antigo — não me pergunte o nome dele.
5. Aceitou ser indicado e eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados — Feliciano foi nomeado sabendo que não tinha os requisitos fundamentais para ocupar esse cargo: apoiar, sem nenhuma restrição, o aborto e qualquer proposta favorável ao ativismo gay.
6. Conseguiu cometer um crime "gravíssimo" — que não existe no Brasil —, o de emitir opinião.
7. Foi um dos mais de quatrocentos deputados que votaram contra a PEC 37.
Via Blog do Ciro
30 de jun. de 2013
Pesquisa revela que jovem brasileiro confia mais em Deus do que no governo
01/07/13
Herivelton Marculino 31% acreditam que Deus pode ajudá-los e apenas 2% dizem ter esperança nas ações do governo

Herivelton Marculino 31% acreditam que Deus pode ajudá-los e apenas 2% dizem ter esperança nas ações do governo
Uma pesquisa feita pelo instituto Data Popular antes do início das manifestações mostra que os jovens brasileiros acreditam que o esforço pessoal influencia mais na busca por uma conquista do que a fé.
Essas são conclusões da pesquisa “O novo poder jovem”, que entrevistou 1.502 jovens. O público pesquisado – jovens entre 18 a 30 anos – representa 42 milhões de eleitores, ou 33% do total.
Entre os participantes da pesquisa, 53% afirmaram confiar que suas conquistas serão fruto de seu esforço pessoal, enquanto que 31% disseram acreditar que Deus pode ajudá-los, seguidos de 11% que confia na ajuda da família e apenas 2% que diz ter esperança que ações do governo facilitem as coisas para subir na vida.
O relatório da pesquisa aponta que 65% dos jovens disseram que é possível melhorar a política brasileira através do voto. Segundo Renato Meirelles, presidente do instituto Data Popular, os jovens tem percebido que muita coisa na vida e na sociedade depende de esforço e responsabilidade: “Há um anseio de assumir para si essa insatisfação, de ser protagonista da própria história, mas fazendo isso por meio das urnas”.
Sobre as diferentes esferas de governo, 75% dos entrevistados disseram não confiar nos parlamentares, e 59% revelaram desconfiança com a Justiça, informou o G1.
“O que estamos vendo nas ruas tem a ver com essa grande crise de representatividade pela qual os jovens brasileiros estão passando. Pelo que vimos na pesquisa, ele têm a sensação de que não estão – ou no caso, não estavam – sendo ouvidos”, avalia Meirelles.
Essas são conclusões da pesquisa “O novo poder jovem”, que entrevistou 1.502 jovens. O público pesquisado – jovens entre 18 a 30 anos – representa 42 milhões de eleitores, ou 33% do total.
Entre os participantes da pesquisa, 53% afirmaram confiar que suas conquistas serão fruto de seu esforço pessoal, enquanto que 31% disseram acreditar que Deus pode ajudá-los, seguidos de 11% que confia na ajuda da família e apenas 2% que diz ter esperança que ações do governo facilitem as coisas para subir na vida.
O relatório da pesquisa aponta que 65% dos jovens disseram que é possível melhorar a política brasileira através do voto. Segundo Renato Meirelles, presidente do instituto Data Popular, os jovens tem percebido que muita coisa na vida e na sociedade depende de esforço e responsabilidade: “Há um anseio de assumir para si essa insatisfação, de ser protagonista da própria história, mas fazendo isso por meio das urnas”.
Sobre as diferentes esferas de governo, 75% dos entrevistados disseram não confiar nos parlamentares, e 59% revelaram desconfiança com a Justiça, informou o G1.
“O que estamos vendo nas ruas tem a ver com essa grande crise de representatividade pela qual os jovens brasileiros estão passando. Pelo que vimos na pesquisa, ele têm a sensação de que não estão – ou no caso, não estavam – sendo ouvidos”, avalia Meirelles.
Fonte: Gospel +
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